9 tendências do e-commerce para 2022

E-commerce

16 de dezembro de 2021

O movimento de digitalização nos últimos anos levou a diversas transformações no comportamento do consumidor e nas estratégias adotadas pelos negócios para atender às necessidades dos clientes — o crescimento do e-commerce foi resultado disso.

Segundo o estudo Market Review da Bornlogic e do Opinion Box, a frequência de compra pela internet aumentou 71% em 2021 e 49% das pessoas pretendem comprar ainda mais pela internet em 2022.

Essa adesão às compras online é explicada pelos seguintes motivos, de acordo com a pesquisa:

  • praticidade de comprar e receber o pedido sem sair de casa (63%);
  • preços mais baixos do que nas lojas físicas (61%);
  • promoções que só encontram-se na internet (58%).

Para aproveitar esse cenário de alta do varejo online e impulsionar suas vendas no próximo ano, é essencial ficar por dentro das principais estratégias e novidades do mercado.

Neste conteúdo, separamos as principais tendências do e-commerce para você conhecer e fazer o seu planejamento estratégico para 2022. Olha só!

1. Estratégias omnichannel

Se o varejo omnichannel já era uma tendência do e-commerce nos últimos anos, ele se intensificou ainda mais após a pandemia, quando muitas lojas físicas tiveram que fechar as portas e começar a vender online.

Muitas estratégias omnichannel se popularizaram entre os consumidores desde então, oferecendo mais praticidade e flexibilidade para a sua experiência de compra.

É o caso da modalidade de entrega Click & Collect, na qual o cliente faz o pedido online e retira a encomenda presencialmente, e da possibilidade de trocar ou devolver na loja física um produto comprado na internet.

Com a retomada do varejo físico, após o afrouxamento das medidas de isolamento social, essa tendência continuará no próximo ano.

Ou seja, os e-commerces devem se desdobrar para proporcionar uma experiência fluida e integrada em todos os seus canais de vendas.

2. Atendimento consultivo online

O atendimento ao cliente pode ser um grande gargalo no e-commerce, quando não é trabalhado da forma mais apropriada.

Muitos consumidores preferem fazer compras em lojas físicas pela possibilidade de serem atendidos com mais eficiência nesses locais. Dessa forma, oferecer um atendimento consultivo e humanizado é uma forte tendência no e-commerce.

Ao prestar um suporte personalizado, o atendente ainda pode fazer a vez de vendedor e ajudar o cliente em sua jornada de compra.

Ele pode, por exemplo, apresentar os produtos mais adequados para as necessidades da pessoa e tirar as suas dúvidas sobre pagamento, políticas de troca e especificidades dos itens.

Com isso, o comprador sente-se amparado pelo seu e-commerce e tem mais chances de finalizar uma compra no site.

Prova disso é que 78% dos consumidores acreditam que um vendedor pode ajudar na hora de escolher um produto online, de acordo com a Bornlogic.

3. Conteúdos em vídeo

O vídeo é o formato de conteúdo da vez! Com a popularização do TikTok e a transformação do Instagram em uma plataforma voltada especialmente para vídeos, esse é um tipo de conteúdo que não pode faltar no seu planejamento de marketing.

Dentro dessa tendência, destaca-se ainda a estratégia de live commerce, que consiste na realização de transmissões ao vivo para promover um relacionamento mais próximo com o público e gerar vendas mais humanizadas.

No último ano, várias marcas, de grandes marketplaces a pequenos empreendimentos, renderam-se a essa técnica de vendas, sobretudo em épocas de datas comemorativas como a Black Friday.

4. Social commerce

Ano após ano, não há como negar a influência que as redes sociais, como Instagram e Facebook, exercem na decisão de compra dos consumidores.

O estudo da Bornlogic mostra que 65% das pessoas costumam pesquisar por produtos nas redes sociais e 26% utilizam esses canais para fazer compras.

Esse panorama deu origem à estratégia de social commerce, que baseia-se no uso das redes sociais para promover uma loja.

O objetivo é criar ambientes colaborativos onde os usuários possam interagir com a marca, compartilhar opiniões e avaliações, e também comprar. Para colocar essa estratégia em prática, algumas ações recomendadas são:

  • produzir conteúdos relevantes para o seu público;
  • interagir com os consumidores, incentivando-os a compartilharem suas experiências e opiniões;
  • utilizar as ferramentas voltadas para vendas dentro das próprias plataformas, como o Instagram Shopping e a loja do Facebook.

5. Compras por voz

Uma tendência de mercado para os próximos anos é o voice commerce, ou seja, o uso de assistentes virtuais, como Alexa e Google Assistant, para a compra de produtos e serviços online.

Segundo uma pesquisa da Ilumeo, o uso de assistentes de voz cresceu 47% no Brasil durante o período da pandemia. Para completar, 63% dos entrevistados afirmam que é comum falar em voz alta com um sistema operacional.

Você pode aproveitar essa oportunidade para aumentar a visibilidade e as vendas da sua loja virtual, aparecendo nos primeiros resultados das pesquisas por voz feitas nessas tecnologias.

Para isso, é importante trabalhar o SEO do e-commerce e também otimizar o site para permitir uma navegação fluida por meio dos assistentes virtuais.

6. Marketing de Influência

Com a popularização das redes sociais, surgiu também uma nova oportunidade de humanizar as marcas por meio da figura dos influenciadores digitais — pessoas que contam com uma ampla base de seguidores engajados e exercem forte influência sobre esse público.

Um estudo do Instituto QualiBest revela que 68% dos consumidores seguem algum influenciador digital e, destes, 76% já compraram algum produto indicado por influencers.

As marcas têm aproveitado esse cenário por meio do Marketing de Influência, estratégia que promete continuar sendo uma tendência do mercado para os próximos anos.

A ideia é promover ações em parceria com os influenciadores mais relevantes para o público-alvo de uma empresa. Com isso, é possível aumentar a visibilidade do e-commerce, transmitir credibilidade para o público e conquistar novos clientes.

7. Realidade Aumentada

Em linha com a tendência de omnicanalidade que já citamos, uma tecnologia que tem revolucionado o comércio eletrônico é a Realidade Aumentada (RA).

Ao permitir que o usuário interaja com os produtos virtualmente antes de adquiri-los, a RA oferece uma melhor experiência ao cliente, ajudando-o a fazer compras mais assertivas no e-commerce.

Com um aplicativo de Realidade Aumentada, por exemplo, o cliente pode visualizar como um par de óculos ficaria no seu rosto antes de comprá-lo no site. Isso proporciona mais segurança para a pessoa fazer a compra e aumenta as chances dela ficar satisfeita com o produto recebido.

8. Formas de pagamento diversificadas

A busca por praticidade e agilidade por parte dos consumidores também tem se refletido nos métodos de pagamento utilizados para suas compras. Isso significa que é fundamental oferecer modalidades variadas para os clientes pagarem seus pedidos online.

Além dos tradicionais cartão de crédito e boleto bancário, novas formas de pagamento têm ganhado espaço no e-commerce. É o caso do Pix e do voucher online.

O Pix, modalidade de pagamento instantâneo criada pelo Banco Central, foi aderido por grande parte dos clientes em 2021. Segundo o panorama da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, 36% já costumam utilizar esse método em compras online.

Já o voucher online, que permite o uso de cartões de vale-alimentação e vale-refeição no e-commerce, tem sido cada vez mais requisitado por quem recebe esse benefício e deseja fazer pedidos de delivery e compras de mercado por sites e apps.

9. Sustentabilidade

Por último, não podemos deixar de citar como tendência do e-commerce e de todo o mercado a pauta de sustentabilidade, baseada na necessidade de reduzir o impacto das atividades humanas no meio ambiente.

Essa é uma preocupação que tem transformado os hábitos de consumo das pessoas globalmente e que também tem sido cobrada das marcas, independentemente do setor de atuação.

Para trabalhar esse pilar no e-commerce, algumas práticas muito utilizadas têm sido reduzir a geração de descartes, utilizar embalagens biodegradáveis e contar com fornecedores ecologicamente responsáveis.

Nesse sentido, um modelo de negócio que está em amplo crescimento é o recommerce, também conhecido como comércio reverso, que nada mais é do que a compra e venda online de produtos de segunda mão.

A estratégia tem sido utilizada sobretudo nos setores de moda e eletrônicos, sendo que um grande case de sucesso é o marketplace Enjoei, onde os consumidores podem anunciar e vender roupas, calçados e acessórios usados.

Em conclusão, os últimos anos foram marcados por profundas transformações no varejo e nos hábitos de consumo da sociedade, o que continuará se refletindo diretamente no comércio eletrônico.

Por isso, é indispensável acompanhar as tendências do e-commerce para atender às necessidades do público e manter o seu negócio relevante e atrativo no mercado.

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9 tendências do e-commerce para 2022

E-commerce

16 de dezembro de 2021

O movimento de digitalização nos últimos anos levou a diversas transformações no comportamento do consumidor e nas estratégias adotadas pelos negócios para atender às necessidades dos clientes — o crescimento do e-commerce foi resultado disso.

Segundo o estudo Market Review da Bornlogic e do Opinion Box, a frequência de compra pela internet aumentou 71% em 2021 e 49% das pessoas pretendem comprar ainda mais pela internet em 2022.

Essa adesão às compras online é explicada pelos seguintes motivos, de acordo com a pesquisa:

  • praticidade de comprar e receber o pedido sem sair de casa (63%);
  • preços mais baixos do que nas lojas físicas (61%);
  • promoções que só encontram-se na internet (58%).

Para aproveitar esse cenário de alta do varejo online e impulsionar suas vendas no próximo ano, é essencial ficar por dentro das principais estratégias e novidades do mercado.

Neste conteúdo, separamos as principais tendências do e-commerce para você conhecer e fazer o seu planejamento estratégico para 2022. Olha só!

1. Estratégias omnichannel

Se o varejo omnichannel já era uma tendência do e-commerce nos últimos anos, ele se intensificou ainda mais após a pandemia, quando muitas lojas físicas tiveram que fechar as portas e começar a vender online.

Muitas estratégias omnichannel se popularizaram entre os consumidores desde então, oferecendo mais praticidade e flexibilidade para a sua experiência de compra.

É o caso da modalidade de entrega Click & Collect, na qual o cliente faz o pedido online e retira a encomenda presencialmente, e da possibilidade de trocar ou devolver na loja física um produto comprado na internet.

Com a retomada do varejo físico, após o afrouxamento das medidas de isolamento social, essa tendência continuará no próximo ano.

Ou seja, os e-commerces devem se desdobrar para proporcionar uma experiência fluida e integrada em todos os seus canais de vendas.

2. Atendimento consultivo online

O atendimento ao cliente pode ser um grande gargalo no e-commerce, quando não é trabalhado da forma mais apropriada.

Muitos consumidores preferem fazer compras em lojas físicas pela possibilidade de serem atendidos com mais eficiência nesses locais. Dessa forma, oferecer um atendimento consultivo e humanizado é uma forte tendência no e-commerce.

Ao prestar um suporte personalizado, o atendente ainda pode fazer a vez de vendedor e ajudar o cliente em sua jornada de compra.

Ele pode, por exemplo, apresentar os produtos mais adequados para as necessidades da pessoa e tirar as suas dúvidas sobre pagamento, políticas de troca e especificidades dos itens.

Com isso, o comprador sente-se amparado pelo seu e-commerce e tem mais chances de finalizar uma compra no site.

Prova disso é que 78% dos consumidores acreditam que um vendedor pode ajudar na hora de escolher um produto online, de acordo com a Bornlogic.

3. Conteúdos em vídeo

O vídeo é o formato de conteúdo da vez! Com a popularização do TikTok e a transformação do Instagram em uma plataforma voltada especialmente para vídeos, esse é um tipo de conteúdo que não pode faltar no seu planejamento de marketing.

Dentro dessa tendência, destaca-se ainda a estratégia de live commerce, que consiste na realização de transmissões ao vivo para promover um relacionamento mais próximo com o público e gerar vendas mais humanizadas.

No último ano, várias marcas, de grandes marketplaces a pequenos empreendimentos, renderam-se a essa técnica de vendas, sobretudo em épocas de datas comemorativas como a Black Friday.

4. Social commerce

Ano após ano, não há como negar a influência que as redes sociais, como Instagram e Facebook, exercem na decisão de compra dos consumidores.

O estudo da Bornlogic mostra que 65% das pessoas costumam pesquisar por produtos nas redes sociais e 26% utilizam esses canais para fazer compras.

Esse panorama deu origem à estratégia de social commerce, que baseia-se no uso das redes sociais para promover uma loja.

O objetivo é criar ambientes colaborativos onde os usuários possam interagir com a marca, compartilhar opiniões e avaliações, e também comprar. Para colocar essa estratégia em prática, algumas ações recomendadas são:

  • produzir conteúdos relevantes para o seu público;
  • interagir com os consumidores, incentivando-os a compartilharem suas experiências e opiniões;
  • utilizar as ferramentas voltadas para vendas dentro das próprias plataformas, como o Instagram Shopping e a loja do Facebook.

5. Compras por voz

Uma tendência de mercado para os próximos anos é o voice commerce, ou seja, o uso de assistentes virtuais, como Alexa e Google Assistant, para a compra de produtos e serviços online.

Segundo uma pesquisa da Ilumeo, o uso de assistentes de voz cresceu 47% no Brasil durante o período da pandemia. Para completar, 63% dos entrevistados afirmam que é comum falar em voz alta com um sistema operacional.

Você pode aproveitar essa oportunidade para aumentar a visibilidade e as vendas da sua loja virtual, aparecendo nos primeiros resultados das pesquisas por voz feitas nessas tecnologias.

Para isso, é importante trabalhar o SEO do e-commerce e também otimizar o site para permitir uma navegação fluida por meio dos assistentes virtuais.

6. Marketing de Influência

Com a popularização das redes sociais, surgiu também uma nova oportunidade de humanizar as marcas por meio da figura dos influenciadores digitais — pessoas que contam com uma ampla base de seguidores engajados e exercem forte influência sobre esse público.

Um estudo do Instituto QualiBest revela que 68% dos consumidores seguem algum influenciador digital e, destes, 76% já compraram algum produto indicado por influencers.

As marcas têm aproveitado esse cenário por meio do Marketing de Influência, estratégia que promete continuar sendo uma tendência do mercado para os próximos anos.

A ideia é promover ações em parceria com os influenciadores mais relevantes para o público-alvo de uma empresa. Com isso, é possível aumentar a visibilidade do e-commerce, transmitir credibilidade para o público e conquistar novos clientes.

7. Realidade Aumentada

Em linha com a tendência de omnicanalidade que já citamos, uma tecnologia que tem revolucionado o comércio eletrônico é a Realidade Aumentada (RA).

Ao permitir que o usuário interaja com os produtos virtualmente antes de adquiri-los, a RA oferece uma melhor experiência ao cliente, ajudando-o a fazer compras mais assertivas no e-commerce.

Com um aplicativo de Realidade Aumentada, por exemplo, o cliente pode visualizar como um par de óculos ficaria no seu rosto antes de comprá-lo no site. Isso proporciona mais segurança para a pessoa fazer a compra e aumenta as chances dela ficar satisfeita com o produto recebido.

8. Formas de pagamento diversificadas

A busca por praticidade e agilidade por parte dos consumidores também tem se refletido nos métodos de pagamento utilizados para suas compras. Isso significa que é fundamental oferecer modalidades variadas para os clientes pagarem seus pedidos online.

Além dos tradicionais cartão de crédito e boleto bancário, novas formas de pagamento têm ganhado espaço no e-commerce. É o caso do Pix e do voucher online.

O Pix, modalidade de pagamento instantâneo criada pelo Banco Central, foi aderido por grande parte dos clientes em 2021. Segundo o panorama da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, 36% já costumam utilizar esse método em compras online.

Já o voucher online, que permite o uso de cartões de vale-alimentação e vale-refeição no e-commerce, tem sido cada vez mais requisitado por quem recebe esse benefício e deseja fazer pedidos de delivery e compras de mercado por sites e apps.

9. Sustentabilidade

Por último, não podemos deixar de citar como tendência do e-commerce e de todo o mercado a pauta de sustentabilidade, baseada na necessidade de reduzir o impacto das atividades humanas no meio ambiente.

Essa é uma preocupação que tem transformado os hábitos de consumo das pessoas globalmente e que também tem sido cobrada das marcas, independentemente do setor de atuação.

Para trabalhar esse pilar no e-commerce, algumas práticas muito utilizadas têm sido reduzir a geração de descartes, utilizar embalagens biodegradáveis e contar com fornecedores ecologicamente responsáveis.

Nesse sentido, um modelo de negócio que está em amplo crescimento é o recommerce, também conhecido como comércio reverso, que nada mais é do que a compra e venda online de produtos de segunda mão.

A estratégia tem sido utilizada sobretudo nos setores de moda e eletrônicos, sendo que um grande case de sucesso é o marketplace Enjoei, onde os consumidores podem anunciar e vender roupas, calçados e acessórios usados.

Em conclusão, os últimos anos foram marcados por profundas transformações no varejo e nos hábitos de consumo da sociedade, o que continuará se refletindo diretamente no comércio eletrônico.

Por isso, é indispensável acompanhar as tendências do e-commerce para atender às necessidades do público e manter o seu negócio relevante e atrativo no mercado.

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