Black Friday online: 3 maneiras de vender no digital em 2020

E-commerce

24 de setembro de 2020

A Black Friday já é o evento mais importante do varejo e já é uma data muito esperada no calendário dos consumidores. Ano após ano, percebemos ainda o crescimento da Black Friday online: em 2019, o evento movimentou R$ 3,87 bilhões em compras no e-commerce, alta de 30,9% em relação a 2018.

Em 2020, a tendência é que a edição seja mais digital do que nunca. Afinal, o cenário de pandemia motivou o crescimento desenfreado do e-commerce: Segundo a ABComm, desde o início da pandemia mais de 135 mil lojas aderiram às vendas pelo comércio eletrônico, para continuar vendendo e mantendo-se no mercado.

De um lado, temos a amplificação expressiva da Black Friday ano após ano e, do outro, um cenário onde comprar online é o novo normal dos hábitos de consumo.

Portanto, é de se imaginar que a edição de 2020 da Black Friday seja a maior da história do e-commerce e há diversas pontos que reforçam essa hipótese:

  • Muitas pessoas farão suas primeiras compras nesta Black Friday, pois a pandemia fez com que até o público mais maduro passasse a ter mais confiança em comprar online;
  • As lojas estão precisando faturar e, por isso, devem investir em boas promoções;
  • As compras de Natal, que normalmente já adiantadas nesta data, devem ter ainda mais peso na edição da Black Friday 2020, já que grande partes dos consumidores ainda estão evitando sair de casa e ter muitos gastos.

Portanto, essa edição é a oportunidade de ouro para aquecer as vendas de quem já está no digital. E quem ainda não está, a hora de definir uma estratégia para vender online é agora.

Pensando nisso, listamos 3 maneiras para você inserir sua operação no digital e aproveitar muito a Black Friday online. Confira!

1. E-commerce próprio

A primeira alternativa para vender online é a tradicional operação em um site próprio, por meio de uma plataforma de e-commerce.

Quando você opta por ter uma loja online própria, deve entender que não haverá intermediários na transação. Ou seja, toda negociação é feita entre você, vendedor, e o comprador.

Mas, com grandes poderes vem sempre grandes responsabilidades! Logo, ter um e-commerce próprio implica em uma série de responsabilidades e escolhas, como:

  • a escolha da plataforma;
  • desenvolvimento da identidade visual, layout e design;
  • organização da política de privacidade;
  • adequação às leis do e-commerce;
  • definição do meio de pagamento;
  • estruturação do processo de logística.

Além disso, outra grande preocupação de quem tem uma loja virtual é o número de acessos. É fundamental atrair tráfego, ou seja, um volume de pessoas que tenha o perfil da sua marca, para converter em vendas.

Para resolver esse problema, invista em estratégias de marketing digital para melhorar o posicionamento nos sites de vendas como o Google.

Sem dúvidas, um dos maiores benefícios de ter loja própria é a exclusividade - tanto para visibilidade da marca quanto para lucro. Toda venda ali é toda sua e você tem total autonomia para fazer promoções e criar campanhas de fortalecimento da sua marca.

Outra vantagem de ter um site de e-commerce também é o valor agregado que você pode oferecer aos potenciais clientes. Pode vir de diferentes formas: blogs, tutoriais ou qualquer outro conteúdo que atenda às necessidades deles.

Atenção para a plataforma!

A plataforma é uma das primeiras e mais importantes decisões a serem tomadas pelo empreendedor que deseja montar sua loja virtual.

A escolha da plataforma é importante pois ela é a base da sua loja: tudo que você construir estará apoiado nela e, por isso, é essencial escolher uma de qualidade e que seja flexível – podendo ser alterada para suas necessidades e preferências, além de possuir integração com meios de pagamento, antifraudes, ERP, CRM e outras ferramentas.

2. Black Friday online em marketplace

Outra alternativa para os negócios que desejam participar da Black Friday online é o marketplace.

Um marketplace funciona como uma espécie de shopping center virtual. Esta operação é considerada vantajosa para o consumidor, visto que reúne diversas marcas e lojas em um só lugar, facilitando a procura pelo melhor produto e melhor preço.

São muitas as empresas que conhecemos que operam no modelo de marketplace, recrutando lojistas: Americanas, Shoptime, Magazine Luiza, OLX e Bom Negócio, por exemplo.

Quer entender como funciona o marketplace? Suponhamos, que você abriu recentemente uma loja de camisetas, semelhante a de um amigo.

A diferença é que a loja dele já está estabilizada no mercado digital há alguns anos, diferente da sua.

Dessa forma, você pode buscar vender por meio de um marketplace famoso para conseguir escalar suas vendas.

Afinal, muitos marketplaces têm como principal vantagem a visibilidade, já que grande parte dessas lojas tem grande posicionamento nos sites de busca e uma marca fortalecida.

Lembrando que para vender por meio do marketplace, você será cobrado por uma taxa para cada venda concretizada. Essa é a forma que a empresa que gerencia o marketplace lucra.

De fato, o marketplace oferece uma grande oportunidade de vendas para a sua loja.

Em geral, os maiores marketplaces brasileiros possuem uma audiência elevada, agregando em média, 40 milhões de potenciais compradores, o que significa que ao trabalhar com essa plataforma, você amplia sua possibilidade de novos clientes realmente interessados no seu produto.

Na Black Friday, sua exposição é ainda maior, uma vez que os marketplaces costumam reforçar o investimento em marketing digital nesta época.

Alguns cuidados ao escolher o marketplace

Ao optar por operar em um marketplace, tome cuidado, em primeiro lugar, com a dependência.

Isso porque se um marketplace decide encerrar suas atividades, todas as marcas envolvidas perdem seu canal de venda.

Por isso, busque conciliar a venda em marketplace com a manutenção de uma loja online própria, para ir, aos poucos, fortalecendo sua marca.

E por falar em marca, esse também é um dos riscos de ficar restrito ao marketplace. A operação pode afetar a identidade da sua marca - será mais fácil o consumidor acreditar que comprou um produto da Americanas, por exemplo, do que identificar o nome da sua loja na página de anúncio do produto.

3. Redes Sociais

Você sabia que a maioria dos brasileiros (62%) já comprou na internet por meio das redes sociais? É o que mostrou uma pesquisa do Instituto QualiBest com 1.943 usuários.

Dos que já fizeram compras, 44% compraram por meio de grupos específicos de compra e venda no Facebook ou no WhatsApp.

Está claro que, mais do que uma vitrine para expor produtos e interagir com os consumidores, as redes sociais agora são canais eficazes para efetuar vendas.

No entanto, vender nas redes sociais vai muito além de apenas postar imagem do seu produto.

É preciso ter uma estratégia bem estruturada para atingir o público-alvo da sua marca e proporcionar a melhor experiência de compra para fidelizar clientes.

Apesar de ser um canal de vendas interessante, a relação nas redes sociais deve começar com a conquista do cliente por meio de conteúdo relevante.

Com tanta informação e tamanha concorrência disponível online, você precisa oferecer valor para chamar a atenção da sua audiência. Ficar o tempo todo empurrando produtos não é a melhor estratégia!

Para isso, vale ter em mente a Lei do Pareto, com a famosa proporção 80/20: para cada dois posts de produtos e divulgação da marca, crie outros oito com intuito de apenas informar e interagir.

Com informações consistentes, as pessoas vão entender que você é uma referência em seu mercado e terão mais confiança em sua marca.

Experimente as funcionalidades para venda nas redes sociais

O social commerce, ou seja, a venda direta por redes sociais, é uma prática que chegou para ficar - e, por isso, as plataformas vem oferecendo cada vez mais funcionalidades que favorecem as relações comerciais.

Você pode testar a possibilidade de divulgar e vender os produtos da sua loja virtual no marketplace do Facebook. O Instagram também não ficou de fora e disponibilizou tags para fotos de contas comerciais.

Essas etiquetas permitem marcar produtos com preços e links que redirecionam o seguidor para o site da loja.

Portanto, não se esqueça de configurar sua conta comercial e associe-a a um catálogo do Facebook para começar a identificar seus produtos e redirecionar para o e-commerce, caso tenha.

Mas se você não possui um e-commerce e quer que toda a venda aconteça dentro do Facebook, Instagram ou Whatsapp, saiba que isso é possível - e com muito profissionalismo!

Vendas com link de pagamento

Se uma pessoa manifesta interesse pelo seu produto pelos comentários ou mandando uma mensagem, é possível garantir toda a compra por meio das redes sociais, usando um link de pagamento.

Com essa ferramenta, você mesmo gera uma URL com as todas as informações da venda (produto, descrição, quantidade, valor, número de parcelas e forma de pagamento) e envia para o seu cliente pelo Whatsapp, por e-mail, por mensagem via Instagram ou Facebook.

Se preferir, pode divulgar esse link em grupos ou nas próprias publicações da sua página e limitar a quantidade de produtos disponíveis, assim você acelera o contato com os clientes e não corre o risco de vender além do estoque.

Com essa tecnologia, vender pelas redes sociais não significa ficar refém de transferência, depósitos bancários e/ou pagamentos no ato da entrega do produto para o seu cliente.

O link de pagamento viabiliza e traz profissionalismo para você vender muito mais na Black Friday online.

A boa notícia é que nós podemos te ajudar caso você prefira vender só pelas redes sociais. O Link.me é o aplicativo de link de pagamento do Pagar.me.

Você pode se cadastrar com seu CPF ou CNPJ e gerar suas cobranças, podendo assim vender mais pelas redes sociais. Faça o download, cadastre-se e comece a usar hoje mesmo.

Gostou das dicas para vender na Black Friday online? Então continue acompanhando o blog do Pagar.me.

Semanalmente, publicamos uma série de conteúdos sobre vendas, e-commerce pagamentos e, agora, uma trilha especial sobre a Black Friday 2020. Aproveite e boas vendas!

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